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PRINC�PIOS DA F� NO ISLAM





Islam - Imperio de fe - Cap. 2 El despertar - parte 1/6



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PRINC�PIOS DA F� NO ISLAM

A f� do crente mu�ulmano � embasada nos seguintes fundamentos:

1. A cren�a em um Deus �nico, Supremo e Eterno, Clemente e Misericordioso, Infinito e Poderoso.

2. A cren�a em todos os mensageiros de Deus sem nenhuma discrimina��o entre eles. O primeiro profeta foi Ad�o (Que a Paz esteja com ele) e o �ltimo foi Muhamad (Que a Paz esteja com ele). Os mensageiros foram mandados em v�rias �pocas para propagar a Sua Divina Mensagem. "N�s cremos em Deus e na revela��o que nos foi dada, e em Abra�o, Ismael, Isaac, Jac� e nas tribos; e no que foi dado a todos os profetas pelo Senhor. N�o fazemos nenhuma discrimina��o entre eles, e inclinamo-nos perante Deus". (2:136, 3:84; 4:163-165; 6:84-87).

3. A cren�a em todas as escrituras e revela��es de Deus. O Alcor�o faz refer�ncias aos livros de Abra�o, Mois�s, David e Jesus, por�m os livros que se encontram hoje n�o os livros aut�nticos, enquanto que o Alcor�o por sua vez, existe na sua forma original, tal qual foi revelado por Deus. "N�s (Deus) revelamos a mensagem (o Alcor�o) e somos N�s (Deus) que o guardamos (integral e intoc�vel)".(15:9)

4. A cren�a nos anjos de Deus que s�o seres puramente espirituais, cuja natureza n�o precisa de alimentos, bebida ou sono. Passam dias e noites a servi�o de Deus e foram feitos de luz. A cren�a nos g�nios que s�o criaturas criadas a partir do fogo e que vivem em outra dimens�o. A cren�a nos anjos e g�nios baseia-se no princ�pio isl�mico que diz que "o conhecimento e a verdade n�o se limitam s� ao conhecimento sensorial ou a percep��o sensorial." (16:49-50;21:19-20)

5. A cren�a no dia do ju�zo final. Tudo o que fazemos nesta vida, cada movimento ou inten��es s�o registradas com cuidado e tudo ser� considerado no dia do ju�zo.

6. A cren�a no conhecimento de Deus e no Seu Poder de conceber e cumprir os Seus planos. Isso, por�m n�o impede o mu�ulmano de pensar, planejar e fazer op��es. Mas se n�o acontecer como planejado, n�o se deve perder a f� nem se esgotar em lamenta��es arruinantes. Deve-se tentar outra vez, pedir o aux�lio de Deus e o que se encontra al�m da capacidade e responsabilidade do mu�ulmano � do dom�nio de Deus. Este fundamento � conhecido como cren�a no "Qad�" e no "Qadar". O conhecimento eterno de Deus antecipa os acontecimentos e que os acontecimentos verificam-se conforme o conhecimento exato de Deus. (18:29; 41:46)

7. A cren�a no sentido da cria��o, que a vida tem uma finalidade sublime al�m das necessidades f�sicas e atividades materiais do homem. A finalidade da vida � a adora��o de Deus, isto significa conhece-Lo, am�-Lo, obedecer a Seus mandamentos, servir a sua causa fazendo o bem e afastando o mal, ser justo com Ele, para consigo pr�prio e para com os semelhantes. Adorar a Deus � viver a vida, n�o fugir dela.

8. A cren�a no estatuto especial do homem entre todas as criaturas conhecidas. (2:30-34;6:165;7:11)

9. A cren�a de que o pr�prio ato do nascimento verifica-se com a vontade de Deus e que cada pessoa que nasce disp�e das potencialidades espirituais e das inclina��es intelectuais que podem torna-lo um bom mu�ulmano, se tiver acesso ao Islam e se lhe for deixado desenvolver a sua natureza inata.

10. A cren�a de que cada pessoa nasce livre do pecado e de qualquer pretens�o � virtude herdada. Este conceito isl�mico de liberdade baseia-se no princ�pio da justi�a de Deus e da responsabilidade direta do indiv�duo perante Deus. Cada pessoa deve arcar com a responsabilidade dos seus atos perante Deus. Ad�o cometeu o primeiro pecado, pediu perd�o a Deus e foi perdoado. O mu�ulmano n�o aceita a doutrina que Ad�o e toda a ra�a humana foram condenados e que s� conseguiram o perd�o quando Jesus veio para livrar os pecados dos mesmos. Tamb�m n�o aceita a morte de Jesus na cruz s� para acabar com todos os pecados humanos.

11. A cren�a de que o homem deve assegurar a sua salva��o sob a dire��o de Deus. Para se obter a salva��o deve-se combinar f� e a��o, cren�a e pr�tica. (10:9-10; 18:30).

12. A cren�a de que Deus n�o responsabiliza nenhuma pessoa antes de lhe mostrar o bom caminho. Portanto o ser humano que n�o possui todas as faculdades mentais, ou que n�o tenha tido acesso as mensagens divinas n�o � responsabilizado por n�o seguir as leis divinas, ser� responsabilizado por n�o seguir o seu bom senso.

13. A cren�a de que na natureza humana que Deus criou, h� mais bem do que mal, e a probabilidade de transforma��o positiva � maior do que a probabilidade do fracasso sem esperan�a.

14. A cren�a de que a f� n�o est� completa se for seguida cegamente, o mu�ulmano tem que basear sua f� em convic��es firmes e bem justificadas, acima de qualquer incerteza. A pessoa que se considerar mu�ulmana somente pelas tradi��es da sua fam�lia, ou aceitar o Islam sob constrangimento n�o � um mu�ulmano completo perante Deus. (2:170; 43:22-24)

15. A cren�a que o Alcor�o � a palavra de Deus revelada a Muhammad atrav�s do Anjo Gabriel. � a primeira e mais aut�ntica fonte do Islam. Foi revelado em �rabe, encontra-se na sua forma original porque Deus preocupou-se em conservar o Alcor�o e em faze-lo o melhor guia para o homem.

16. A cren�a nas tradi��es do profeta "Sunat al-Nabi" como as interpreta��es pr�ticas do Alcor�o.

OS PILARES DO ISLAM

S�o cinco os pilares do Islam:

1. O Pilar da F� (Al-�man)

A f� em Deus (ALLAH Deus em �rabe) �nico, a f� em Seus profetas e que Muhammad foi o Seu �ltimo enviado, a f� na ressurrei��o e no dia do ju�zo final.

2. O Pilar da Ora��o (Al-Salat)

A obriga��o mais importante do mu�ulmano ap�s consolidar sua cren�a � o cumprimento das ora��es, sendo que todas as obriga��es v�m em segundo lugar. Al Salat em �rabe, no sentido etimol�gico restrito, significa v�nculo, liga��o ou rela��o. No sentido religioso, significa orar, rezar. Especificamente designa as cinco ora��es di�rias conhecidas que materializam o contato permanente e cont�nuo entre os mu�ulmanos e Seu criador. A ora��o mu�ulmana � um culto f�sico, espiritual e meditativo ao mesmo tempo. O mu�ulmano deve orar limpo e asseado, para isso deve fazer antes a ablu��o, procedimento b�sico de higieniza��o que consiste na purifica��o do corpo das impurezas. As cinco ora��es di�rias s�o: ora��o do alvorecer, ora��o do meio dia, ora��o da tarde, ora��o do crep�sculo e ora��o da noite.

3. O Pilar da Caridade (Al-Zakat)

A palavra zakat na l�ngua �rabe significa crescer, aumentar. Isto quer dizer que os bens pelos quais se paga a zakat crescem e aumentam.

A caridade purifica o esp�rito do ego�smo e da avareza. A zakat no Islam fundamenta-se na tese de que o dinheiro, a riqueza e todos os bens materiais pertencem a Deus, por isso o homem devem doar uma parcela de seus bens que na verdade s�o de Deus.

"A caridade da zakat destina-se exclusivamente para os pobres, para os necessitados (carentes), para os arrecadadores (da mesma), para os simpatizantes da f� isl�mica (inclui-se os rec�m convertidos), para libertar os escravos (cativos), para os devedores insolventes, para a causa de ALLAH e para o viandante, isso � uma obrigatoriedade emanada de Deus Sapiente e Prudent�ssimo". (9:60) "Crede em Deus e em Seu Ap�stolo (Muhamad) e fazei caridade daquilo que Deus vos deu. Aqueles que dentre v�s cr�em e pagam a zakat obter�o magn�fica recompensa. (57:7).

4. O jejum de Ramadan (Siam Ramadan)

O jejum no m�s de Ramadan, m�s em que foi revelado o Alcor�o, jejuar � abster-se de comer, beber e fumar, inclusive abster-se de sexo e quaisquer outros prazeres materiais ou carnais. O jejum come�a quando surgirem as primeiras luzes do dia e termina ao por do sol. "O m�s de Ramadan, em cujo transcurso foi revelado o Alcor�o, guia para os humanos e evid�ncia de clareza e discernimento. Quem de v�s avistar o novil�nio (de Ramadan) que o jejue. Quem estiver enfermo ou em viagem, jejuar� o correspondente (aos dias n�o jejuados) em dias posteriores. Deus quer a comodidade para v�s e n�o a dificuldade. Para que possais completar o per�odo e glorificais a Deus por ter vos iluminado e Lhe agrade�ais".(2: 185)

5. O Pilar da Peregrina��o (Al-Haj)

O �ltimo pilar � a peregrina��o a Meca, obrigat�rio a todo homem ou mulher que tenha condi��es f�sicas, mentais e financeiras para faze-lo.

A peregrina��o comemora os rituais divinos seguidos por Abra�o e Ismael, que s�o conhecidos como os primeiros peregrinos � primeira casa de Deus na Terra, isto � a Caaba, em Meca. Em outro lugar, usou Kaaba, tem de padronizar, voc� decide, al�m disso, acho melhor mudar o Islam para Isl�o, como � conhecido em portugu�s, ou explique desde do in�cio)

A peregrina��o a Meca demonstra a universalidade do Islam, da fraternidade e igualdade presentes entre os mu�ulmanos, pois em resposta ao chamado de Deus, mu�ulmanos de todos os cantos do mundo, de todas as classes e profiss�es re�nem-se em Meca. Vestem-se de maneira simples e humilde respeitando os mesmos regulamentos, proferem as mesmas s�plicas, ao mesmo tempo e nos mesmos lugares para o mesmo fim.

"A primeira Casa Sagrada (templo) erguida para os humanos � a de Baka (Meca) onde reside � ben��o, servindo de guia para a humanidade." Surata Al Haj, vers�culo 96.

MU�ULMANO

O mu�ulmano n�o � aquele que combate Sat� com sua for�a e depois � lan�ado no para�so, mas aquele que interfere ativamente no seu ambiente para produzir uma diferen�a:

�E que o homem n�o obt�m sen�o o fruto do seu proceder. E que seu proceder ser� examinado. Depois, ser� retribu�do, com a mais eq�itativa recompensa�.(53:39-41)

Nossas a��es s�o testemunhadas n�o apenas por Deus e Seu Mensageiro, mas tamb�m pelos outros. Assim, o mu�ulmano n�o vive num vazio; ele est� agindo e interferindo constantemente junto aos seus vizinhos. O que o/a torna um/a melhor mu�ulmano/a?

�As criaturas s�o dependentes de Deus; os mais pr�ximos dele s�o os mais �teis aos seus dependentes�.

Hadith Nabaui (Dito do Profeta),fonte Sahih Muslim.

Assim, o crit�rio para se ser um bom mu�ulmano n�o � simplesmente orar, jejuar, recitar o Alcor�o (dhiker), e glorificar a Deus (tasbih);� ser �til para os outros!